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Bandas Regionais: Desacato

30 de abr. de 2013


Bom, fizemos uma entrevista com a banda DESACATO, eu particulamente achei o gênero bem punk rock mesmo, bem direto e crú! Pra quem curte um bom punk rock táis bandas como: Restos de nada, Cólera, Garotos Podres e
afins. Um som bem deles mesmo, creio eu que essa é a intenção! Aí vai um entrevista que fizemos com o pessoal da banda e espero que gostem =).




*Integrantes da Banda
Lucas Yan nos vocais e guitarra base
João Victor na guitarra solo e vocal de apoio
Leonardo Maia no Baixo
Raniere Mendes na Batera

*Quando a banda foi formada?
Cerca de junho de 2012

*Com que propósito a banda foi formada?
Tocar, fazer barulho sem muita preocupação de ir tocar realmente em algum lugar.

*Como foi formar, "encorpar a banda"?
A gente começou tocando um pouco de tudo, demorou um certo tempo pra Desacato se identificar com um estilo sério. Só lá  perto do final de 2012 que já havia um estilo que podíamos dizer que era realmente a Desacato.

*E os integrantes, como se conheceram?
O Leonardo, o Hítalo (primeiro baterista) e o Yan já se conheciam há tempos, EU era novato naquela escola e conversava com o Leonardo, e eis que um dia o Yan chega e diz que me conhecia de algum lugar. Só depois descobrimos que éramos primos. Depois de existir de fato um quarteto de amigos em que todos gostavam do mesmo estilo musical foi apenas um pulo pra chegar na Desacato. No caso, o Hítalo (que tava na batera) saiu da banda em dezembro e o Rani (que todos já conhecíamos) tomou lugar no início do ano.

*O som da banda sempre foi o mesmo?
Sim, depois que nos encontramos naquele jeito de tocar, não trocamos, talvez queiramos mudar, mas só depois de investir muito no que agente já tá pegando o jeito.

*Foi muito difícil a estrada até aqui da banda?
Foi e ainda está sendo, agente ainda tá na batalha pra completar os instrumentos da banda. Por enquanto agente tá conseguindo tocar de fato com a ajuda do "Esquadrão Cachorro Amarelo".

*E o nome da banda, como surgiu?
Foi bem como uma brincadeira, a banda toda tava reunida e muitos nomes toscos surgiram, e no meio deles o Hítalo disse: "Ei! Desacato ao kisuki!" Na hora agente riu e não prestou atenção, mas acabamos pegando o "Desacato" que é um nome que combina bem com o estilo das letras da banda.

*E como foi tocar pela primeira vez com a banda?
Foi muito foda, foi numa apresentação que teve na escola daqui de Capitão Poço. Estavam todos os amigos (a galera do ECA, por exemplo). Acho que tinham umas 300 pessoas, apesar do medo de que a galera (tinha muitos forrozeiros ) não gostasse, quando o som começou foi uma loucura total.

*Em algum momento, pensaram em acabar com a Desacato?
Acabar de fato, não, mas a gente passou muito tempo parado com a saída do baterista Hítalo, havia realmente uma falta bateristas dispostos a tocar por aqui . Mas acabou que numa conversa o Raniere se irritou e falou: Eu toco pra vocês! E assim a Desacato voltou ao trabalho.


*E a melhor parte da banda, qual foi?
A melhor parte da banda é também as pessoas que tão sempre por perto ajudando, a galera do Esquadrão, do Imagem Distorcida e os amigos em geral.

*Qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
A da escola, que foi mencionada acima. Foi realmente uma quebradeira só, duvido que os diretores da escola permitam outra participação de alguma banda de rock de novo.

*Uma história bem bizarra da banda?
Uma vez estávamos ensaiando e o Yan precisou sair pra pegar um cabo ou algo assim. Só que ele deixou a porta do "Canil" (estúdio) aberta. A banda continuou fazendo barulho e quando nos demos conta tinha um cara estranho no meio da gente (um ninja?). Provavelmente tinha algum problema mental e segurava um braço de cadeira escolar quebrado como uma guitarra. Ele insistia que queria tocar com agente. Foi realmente trabalhoso tirar ele do estúdio sem precisar empurrar ou gritar com o cara.

*Quais as bandas que inspiram vocês?
Matanza, Marília Gabriela, Raimundos e SoaD

*Onde gostariam de tocar?
Onde der e onde nos conviadarem.

*Com quem?
A gente tem um sonho de um dia fazer algum tipo de turnê com as bandas regionais daqui. O ECA, o Imagem e a Desacato, seria foda...

*Onde podemos ouvir a Desacato?
A gente só postou uma música, mas logo vão ter mais músicas postadas no soundcloud.
DESACATO - SOCIEDADE MECÂNICA

*Podemos esperar mais songs?
Com certeza. Agente tá num processo de criação de mais músicas até o Laranja Mecânica em julho.

*Deixem um recado pra novas bandas ai!
Galera, por mais ruim que você seja em algum instrumento e por mais tosca que seja sua banda no início... Continuem. Quando se tem vontade, dá sim pra mudar e evoluir!



A página do facebook da banda  pra vocês curtirem ae em baixo
             PÁGINA FACEBOOK DESACATO           




Bandas Regionais: Imagem Distorcida

6 de abr. de 2013

 O que dizer sobre a banda IMAGEM DISTORCIDA? O puro Indie rock alternativo =D O Imagem Distorcida tem uma postura de palco que eu nunca vi cara, os caras são totalmente loucos! heheh A banda Imagem Distorcida  é de uma cidade chamada Capitão Poço do Interior do Pará, a banda volta as
atividades com a sua mais nova demo entitulada com o nome de "Estamos Vivos". A banda volta cheia de novidades com a entrada do baixista Iago Barbosa o "Barruga" . "Com a entrada do Iago além de produzir um som mais maduro a banda ganha um peso que faltava antes" explica o batera Flávio Tardelly. A demo possui cinco musicas gravadas no Canil Studio em Capitão Poço. As gravações são bem Lo-Fi mas da pra sentir o que a Imagem Distorcida quer mostrar para o seu publico. Muito rock alternativo com letras que tratam do cotidiano e angustias existencias marcam o som da banda com forte influencia dos anos 90 e Indie Rock dos anos 2000. Escute e tire suas conclusões. Ou melhor escute e divirta-se! 

Trouxemos aqui uma entrevista que fzemos com eles =D

*Integrantes da Banda:
Yuri Rosberg: Guitarrra/ Vocal

*Quando a banda foi formada?
Yuri: A banda foi formada... Quando mesmo? (risos)
Flávio: (risos) Acho que foi em 2006, a primeira formação, que era composta pelo meu irmão Yuri e eu, bateria e guitarra/vocal respectivamente. A banda entrou em stand by e só depois em 2011 conhecemos o Iago na casa de um amigo nosso, o Junin, e logo começamos a conversar sobre formar uma banda já que tínhamos gostos parecidos e vontade de voltar a tocar. Foi quando surgiu a ideia de parar de tocar nos churrascos e criar nosso próprio festival independente.

*Com que propósito a banda foi formada?
Iago: Acho que o propósito era esse mesmo, formar uma banda pra tocar em um festival nosso, pra nos divertir e divertir nossos amigos. Por pura diversão.

*Como foi formar "encorpar a banda"?
Yuri: Não foi difícil. A gente estava num desses “churrascos” e começamos a conversar sobre música, sobre as nossas influencias, e de repente, um olhou pro outro e falou “ acho que a Imagem Distorcida vai voltar”. Olhamos pro Iago e perguntamos “tá a fim de tocar com a gente”? Ele falou “na hora”. Pronto. A ID estava na ativa de novo.

*E os integrantes, como se conheceram?
Flávio: A gente já se conhecia por frequentar os mesmos lugares, praças, aniversários de amigos em comum, churrascos, a mesma locadora de videogames (risos). Acho que foi quase por osmose a formação da banda. (risos)
Iago: Osmose? (gargalhadas) é por aí mesmo (risos)
Yuri: Do que vocês estão falando? (gargalhadas) Ainda é de música? (risos)

*O som da banda sempre foi o mesmo?
Flávio: Sim. Sempre foi o mesmo e ao mesmo tempo não. Se é que você me entende. (risos). Não temos um som definido. Gostamos de viajar musicalmente. Não curtimos parâmetros. Somos uma banda de rock. E isso já basta. (risos)

*Foi muito difícil à estrada até aqui da banda?
Flávio: Foi não, está sendo, e sempre será. Nada no universo independente é fácil. Mas vamos indo. A cena está ficando forte no interior, bandas estão surgindo, bandas estão se unindo, os blogs, Tá ficando mais fácil fazer rock no interior. Mas falta muita coisa. Estamos na batalha.

*E o nome da banda, como surgiu?
Flávio: a essa tem a ver com o Yuri. (risos) Estávamos em Belém lá pelos idos de 2005 na casa de um amigo, estávamos lá pra irmos pro Tim Festival (é eu sei que faz tempo, risos) e o Yuri e eu estávamos na janela do apartamento olhando o céu, e de repente fica tudo negro, como que vai cair uma tempestade. E de repente, no meio das nuvens o céu se abre e um raio de luz passa pelo meio das nuvens causando um efeito muito louco, surreal. Ele (Yuri) olha pra mim e fala “já sei o nome da banda”. “Eu pergunto qual é”. Ele fala “Imagem Distorcida” apontando para o céu. Essa Imagem nunca sai da minha cabeça.
Yuri: Foi muito louco mesmo né esse dia...
Iago: Eu queria ter feito parte disso. (risos)

*E como foi tocar pela primeira vez com a banda e qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
Flávio: Acho que a do ultimo festival que teve aqui em Capitão Poço, o Laranja Mecânica #3. Muita gente, era a primeira vez que íamos tocar juntos, rolou um nervosismo no começo, mas depois todo mundo cantou junto, teve mosh, o Yuri estava animal no palco junto com o Iago, dava pra sentir a energia fuzilando a galera saca, todo mundo se divertindo, sorrindo. Acho que esse é o verdadeiro sentido de se fazer música. É nos divertir e divertir o público. Quando se encontra esse equilíbrio, tudo sai perfeito.

*Uma história bem bizarra da banda?
Flávio: Acho que no dia que tocamos no Grito Rock Mundo 2013 em Bragança. A gente não tinha ensaiado nada, fomos de carona, Foi chuva do início ao fim da viagem, chegando lá não tinha ninguém, achamos que nem íamos tocar, esqueci os pratos da bateria, o Iago esqueceu a correia do baixo, o Yuri tava um pouco “alto demais” enfim, Não foi um dos nossos melhores shows, mais muita gente gostou, fora a melhor parte da noite que foi o Yuri rasgando os dedos nas cordas da guitarra e nem tinha percebido. Só no final do show que percebemos a guitarra toda cheia de sangue. (risos). A melhor parte do show eu acho.

*Quais as bandas que inspiram vocês?
Flávio: Um monte de bandas, Soundgarden, Nirvana, INXS, tem as bandas nacionais tipo Superguidis, Black Drawing Chalks, Nevilton, Apanhador só, e minha preferida que é Tame Impala da Austrália. Tem o Diogo e o brega dos anos 90 (gargalhadas)
Yuri: Há um monte. Tem Nirvana que é unanimidade entre nós, Soundgarden, Alice in Chains, Mudhoney, tem o Cachorro Grande, Stone Temple Pilots. Gosto muito dos anos 90. Sim sem falar do Diogo né, nosso conterrâneo. (Risos)
Iago: Acho que o Red Hot Chilli Peppers, The Vines, Supergrass, Cachorro Grande, Raul Seixas claro, Beatles, The Monkyes, enfim. E claro, os bregas antigos tipo Wanderlei Andrade entre outros. Uma misturada só! (risos)

*Onde gostariam de tocar?
Yuri: Um lugar onde gostaríamos de tocar talvez seja no Festival Se Rasgum em Belém. Ou em qualquer outro festival independente. Tem o Goiania Noise que e bem legal, o Varadouro...
Flávio: Tem o Abril Pro Rock que é muito bom e é super-reconhecido no meio.
Iago: Tem o Lollapallooza! Tem o Rock In Rio! Rock in Rio Guamá! (risos).

*Com quem?
Yuri: Com o Mudhoney (risos), Capim Maluco( risos), Bush, The Vines, não sei, Superguidis é legal, tem tantas bandas...
Flávio: Há com o pessoal do Johnny Rock Star, Turbo, Superguidis, galera do Black Drawing Chalks, Yuck, O Tame Impala, meu seria orgástico! (risos). Queria tocar com o Diogo! (Gagalhadas)
Iago: Não sei, Red Hot Chilli Peppers, Sonic Youth, Supergrass, Cachorro Grande, há tem um monte de bandas legais que queríamos tocar. Com o Diogo seria muito firme! (risos)

*Onde podemos ouvir a Imagem Distorcida?
Yuri: Temos alguns vídeos no youtube, temos a página no facebook Página Imagem Distorcida, é só procurar.

*Podemos esperar mais songs?
Yuri: Sim! Estamos ensaiando músicas novas pra apresentar pro pessoal no próximo festival que irá acontecer no dia 13 de julho de 2013 em Capitão Poço, o Festival Laranjada. Vai ser muito bom! Vão ter várias bandas daqui e também da região. Conto com a presença de todos.

*Deixem um recado pra novas bandas ai!
Imagem Distorcida: Nunca parem de fazer música. Faz bem pra alma!
Flávio, Iago  e Yuri.
 Eu estava procurando mais sobre a banda e encontrei essa página aqui com algumas músicas da banda gravada, caso esteja curioso CLICK AQUI
Imagem distorcida em bandas regionais de hoje! =)


Postado por: Rick Janes




Bandas Regionais: AVENS

25 de mar. de 2013

                         AVENS

 Na postagem de ''Bandas Regionais'' hoje temos aqui a banda AVENS, um som que particulamente achei muito foda msm, diferente de tudo que eu já vi =)

A AVENS começou sua trajetória em maio de 2000, e seus integrantes: Gileno Vaz – Vocal; Hélio Norman – Contra-baixo; Rodrigo Ferreira – Gritarra & Osvaldo Júnior – Bateria, se uniram para tocar músicas autorais e covers de suas maiores influências.

Com mais de quatro anos de história, a banda trabalhou e materializou um estilo próprio de músicas que misturam som pesado, melodias estridentes, riffs quebrados e letras em inglês. E com esta filosofia a banda se lançou no cenário local tocando, além do trabalho autoral, covers de suas maiores influências.

As letras são intensamente pessoais que expressam sentimentos profundos e comuns entre as pessoas como: decepção, amor, ódio, política, revolta, compreensão, dúvida, reação... tudo perfeitamente sentido em cada melodia visando o conhecimento e o crescimento pessoal em busca de perguntas e respostas para entender o significado da nossa "existência". 

Tivemos o privelégio de conseguir a nossa entrevista com o vocalista Gileno Vaz pra trazer aqui pra vcs.
segue a entrevista aí em baixo ;)

*Quando a banda foi formada?
Em 2000.

*Com que propósito a banda foi formada?
Fazer musica própria, mas no inicio começamos tocando covers das nossas melhores influências.

*Como foi formar, "encorpar a banda"?
com o passar do tempo a banda materializou sua própria identidade, com a evolução musical dos integrantes.

*E os integrantes, como se conheceram?
conheci o guitarrista (Rodrigo) e logo após 5 minutos tivemos um acidente, capotamos em um carro, em julho de 99, isso nos tornou amigos e descobrimos que tínhamos o mesmo interesse, a música.

*O som da banda sempre foi o mesmo?
Não, achamos que a música reflete a suas influências somada ao estudo da música, enfim, com a vivência musical a gente cresceu muito, evoluímos e com isso nossa música ...

*Sério, e por que a mudança?
a mudança nessa hora é natural, começamos muito novos, e a música, de maneira geral, se modernizou, com isso, nós tentamos acompanhar essa modernização tanto tecnicamente quanto tecnologicamente.

*Foi muito difícil a estrada até aqui da banda?
A estrada ate aqui ... hum ... tem dois sentidos, vou falar do primeiro que é chegar até Bragança, muito de boa ... foi tudo do jeito que tinha que ser, a cidade toda, muito diferente daqui ou de outros lugares, foi um dos melhores lugares em todos os sentidos, a galera toda especial ... as pessoas que conhecemos ai viraram amigas da banda, tanto é que a gente já tem outra data agenda na cidade, dia 12 de abril no Vacaria Club.

*E o nome da banda, como surgiu?
O nome da banda surgiu, acredito que nao diferente de todos, já tivemos outros nomes, o primeiro foi ''NO EXIT'' o segundo foi ''ELEVEN'', entretanto percebemos que já existiam bandas com o mesmo nome, dai começamos a pensar em tudo, o que podia ser, foi quando pensamos em plantas, em dar vida , e viver ... o nome ''AVENS'' significa uma erva de cura, uma planta medicinal que a muitos e muitos anos homens a usavam como cura, achamos o nome e o significado interessantes, e ficou ''Avens''

*E como foi tocar pela primeira vez com a banda?
A primeira vez foi na inauguração de um bar chamado Skol Rock, foi nervoso porque tinha muita gente, mas fizemos um bom show, depois dai já começamos a ser convidados pra tocar em festas, rádios e bares da cidade.

*Em algum momento, pensaram em acabar com a Avens?
Fui morar em sao paulo em 2007 a 2010 pra estudar musica, o resto da banda ficou em belem, dai a gente ficou parado esses anos.

*E a melhor parte da banda, qual foi?
já fizemos muitos shows mas a melhor parte da banda é sermos todos amigos, conhecermos todos nossos defeitos e qualidades, se respeitar e fazer música.

*Qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
Cara, a gente fez um show no festival Rock Fest em Belém que foi muito bom, tinham umas 30 mil pessoas e todas gritando muito, aquela foi uma experiência muito boa.

*Uma história bem bizarra da banda?
O roubo dos instrumentos logo após a realização de um show, depois disso passamos quase um ano tocando de graça para pagar o prejuízo.

*Quais as bandas que inspiram vocês?
Pantera, Black Sabbath, Led Zeppelin, Tool, A Perfect Circle, Sepultura.

*Onde gostariam de tocar?
Estamos ansiosos para concretizar uma vontade que é de todos os integrantes: Fazer nossa Euro-Tour ainda este ano.

*Com quem?
Nós e Deus

*Onde podemos ouvir a Avens?
No endereço: Avens toque no Brasil

*Podemos esperar mais songs?
Estamos em intenso trabalho de composição, e esperamos ainda esse ano lançar um novo disco

*Deixem um recado pra novas bandas ai!
Estudar música é fundamental para quem quer viver de música.

Essa foi a nossa coletiva da banda de hoje ^^

 A banda já se apresentou (Em Belém) no Porto Solamar, Downtown, Lithium, Amazon Pub, Ná Figueiredo, Armazém, Palafita (Antigo Bar do Índio), Arara Hippie, Class Festas (Evento “Crank It Up”), Boate Scorpions (Antigo Espaço do Reggae), New Sound Festival (Evento realizado no Ginásio Altino Pimenta); e também se apresentou ao vivo no programa “Rádio Yamada TIM Festival” da rádio Jovem PAN.

A banda visa a gravação de seu primeiro CD, do qual já foram gravados três singles:
"Myself" - (Participou do CD “Coletânia BEL Rock I” – Produzido pela Rádio Jovem PAN )
"Society of the snakes" - (Participou do I Festival de Música da Rádio Cultura FM e também do CD Coletânia “BEL Rock III” – lançado pela Rádio Jovem PAN)
"Afraid in Peace" - (Que rola na programação das rádios locais).
Contato: 8128-9023 / 8119-6068

O álbum do Avens - ''Holy Insanity'' contém 9 faixas de pura adrenalina e incluindo uma fixa intro, está disponível para audição aqui no SOUNDCLOUD.
Na moral, vale muito à pena ouvir o som dos caras!!!! RECOMENDOOOOO!!!
capa do CD HOLY INSANITY.
   Vou deixar aqui um video da música ''HOLY INSANITY'' caso vocês tenham dito aquela curiosidade de acompanhar algum video da banda  =D
 
obrigado galera pela força! ^^
                                                    ...Até mais!

Bandas Regionais: Sub-off

22 de mar. de 2013

Hoje tem Sub-Off em ''BANDAS REGIONAIS'' =D. Aqui a fanpage da banda no facebook pessoal SUB-OFF, não deixem de curtir lá ok!!!!Sub-Off é uma banda de Capanema do Pará, nossa vizinha de apenas 45 minutos de distancia e eles mandam muito bem. Fazendo um Rock Progreciso, com instrumentais lindos de se ouvir. Eles mesmo sendo uma banda nova, já conquistaram muitas coisas nessa estrada. E é claro que eles aparecem por aqui, pra dar uma palinha de como a banda éh. Mais detalhes... Acompanhe!!
*Integrantes da Banda
Thiago Laurindo: Guitarra e vocal
Esaú Lopes: baixo e vocal
João netto: Guitarra solo
Cássio Julius: Bateria

*Quando a banda foi formada?
Foi em 2011, com o fim da banda “visão alternativa” formamos a banda.

*Com que propósito a banda foi formada?
A banda foi formada para tocar musica autoral, (pois na época e hoje adotamos como dogma o ”faça você mesmo”) sair por ai tocar em outras cidades e conhecer gente e sons por ai.

*Como foi formar, "encorpar a banda"?
Foi um pouco difícil no início, pois a banda foi formada pelo que restou da Visão alternativa e passamos por dificuldades, pois não podíamos mais contar com o ex baterista da Visão, pois ele havia se mudado da cidade, mais logo fizemos o convite para o Cássio (velho conhecido nosso) e ele topou entrar na banda.

*E os integrantes, como se conheceram?
Na escola, parece até uma historia clichê mais Eu o Thiago e o João estudávamos juntos desde 2004, e interesses comuns como o rock nos uniu e temos hoje essa banda.

*O som da banda sempre foi o mesmo?
Creio eu que não porque com o passar do tempo as coisas mudam tanto com amadurecimento quanto com os rumos que a banda vai e isso reflete tanto nas letras como nas musicas, agente começou sendo influenciado pelo vivendo do ócio com um som mais pro alternativo dançante (ainda como visão alternativa em 2009) e agora estamos numa vibe de bandas como Superguidis, Los Porongas e a banda Paraense Stereoscope do amigo Marcelo Nazareth (que também assina como produtor do nosso primeiro Ep gravado em 2012) com uma levada mais pro indie com pitadas de Garage rock.

*Foi muito difícil a estrada até aqui da banda?
Sim em partes, pois outros afazeres como a faculdade e o trabalho acabam deixando à banda em alguns momentos em segundo plano e com esse distanciamento gera tensões mais até o momento estamos bem e com planos para mais shows inclusive em outros estados.

*E o nome da banda, como surgiu?
Toda vez que ouço essa pergunta me seguro pra não rir, pois nós deveríamos chamar Subversivos mais como já existia uma banda com tal nome decidi abreviar para Sub e adicionaríamos o numero 4 simbolizando que éramos quatro subversivos ficando assim o nome Sub-04 mais a o resto da banda não gostou, passando alguns minutos o Thiago veio e disse “Poe o Off”  e eu perguntei o porque do “off” e ele me respondeu que achava bem sonoro e vi era verdade e a partir daí começamos a nos chamar “Sub-off’”.

*E como foi tocar pela primeira vez com a banda?
Foi uma espécie de medo com euforia, pois tocamos pela primeira vez na cidade de Peixe Boi e por não se tratar da nossa cidade natal (que é Capanema) não tínhamos quase ninguém que nos conhecia e o medo de não agradar o publico era o que passava nas nossas cabeças, mais no decorrer do show foi tudo bem tocamos 6 musicas sendo todas autorais e o publico gostou .

*Em algum momento, pensaram em acabar com a Sub-off?
Teve sim. Por motivos mencionados acima, pois as responsabilidades da banda são muitas e com isso a tensão aumenta mais até agora conseguimos conter os ânimos e estamos levando nosso som em diante.
*E a melhor parte da banda, qual foi?
Como somos amigos de longa data as viagens que banda faz sempre é uma diversão, a satisfação de ver as pessoas curtindo as letras das nossas canções (principalmente as românticas) e todas as pessoas que conhecemos através da banda que por si só já faz tudo valer a pena.

*Qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
Todos os Shows foram bons mais o do festival Invasão Caipira de 2011 foi marcante, pois foi nele que surgiu a parceria com o Marcelo Nazareth, depois do show do Monovox (atual banda do Marcelo que hoje se chama “o outro”) ele nos viu e gostou do nosso som e nos propôs a gravação do nosso primeiro EP.

*Uma história bem bizarra da banda?
Kkk Creio eu que foi no ultimo show da banda em castanhal há alguns dias, onde demos uma entrevista para rede Globo de São Paulo que curiosamente estava La para fazer uma matéria sobre o fora do eixo e o grito rock, foi a nossa primeira entrevista pra TV por incrível que pareça se agente não for cortado da matéria o deve ir ao ar dia 20/04 no programa Ação do Serginho Groisman, e daí tirem suas próprias conclusões kkk.

*Quais as bandas que inspiram vocês?
As já citadas: Superguidis. Los Porongas, Stereoscope, Turbo, entre outras e bandas gringas como  Wolfmother, The Vines, The Black Rebel Motorcycle Club, The Hellacopters e por ai vai.

*Onde gostariam de tocar?
Em um desses festivais independentes grandes como o Porão do Rock em Brasília, o Abril pro Rock em Recife e também em qualquer bar da Rua Augusta em São Paulo.

*Com quem?
Todos da banda queríamos tocar com o Superguidis mais como eles acabaram qualquer outra banda do Cenário independente atual seria um Maximo.

*Onde podemos ouvir a Sub-off?
Temos um blog onde postamos o dia a dia da banda desde resenha de shows a comunicados oficias da banda além do link para Download do nosso EP, VEJA AQUI, também temos uma conta no Tnb. E a recém criada pagina no facebook(curtam por favor kkk)

*Podemos esperar mais songs?
Sim pretendemos laçar algo ainda esse ano, estamos esperando passar esse semestre, pois faremos alguns shows e depois disso se reuniremos para gravar e quem sabe lançar o nosso material por aqui? Seria massa.

*Deixem um recado pra novas bandas ai!
Por favor, não façam mais cover’s de bandas famosas, pois vocês têm que ser lembrados pelo que vocês realmente fizeram e não a cover de uma canção do “nirvana ou guns”, pois como diz o mito do jazz Miles Davis “se você sente saudades? vá ouvir o disco.” assim você ganhara respeito dos outros músicos e a banda tem muito mais chances de ir mais longe.
E é isso pessoal, espero que tenham gostado da banda, PORQUE EU GOSTEI E MUITO! E é sempre bom ver, que as nossas cidades, mesmo pequenas, e sem muita estrutura, está criando bandas tão boas assim. Os meninos estão de parabéns!!

Bandas Regionais: Esquadrão Cachorro Amarelo

10 de mar. de 2013

E retornando ao quadro Bandas Regionais, hoje trágo pra vocês mais uma banda amiga, o E.C.A(vamos dar uma curtida la na pagina da banda no facebook OK) que é uma banda de Capitão Poço - Pará. Que traz o nosso bom e saboroso Rock'n Roll das antigas. E quem faz a intrevista com nosco é o Luis Iago (MEU GRANDE AMIGO)
*Integrantes da Banda
O Esquadrão Cachorro Amarelo é formada por Cinco cachorros e mais um monte de amigos que gostam de passar um som de vez em quando pra se divertir, mas a banda em si é formada por quem não entende muito do assunto, tanto que leva o: 
 Daniel Luiz no vocal, 
Raniere Mendes na guitarra base e Vocal de Apoio, 
Charles Ramon com seus solos apaixonantes, 
Iago Luis no Baixo e vocal de apoio 
Serginaldo Mota nos Tambores.

*Quando a banda foi formada?
A idéia da banda surgiu mais ou menos no ano de 2006, mas como não tínhamos recursos e nem talento na época, deixamos as coisas fluírem pra ver se dava certo no futuro. Mais ou menos pelo ano de 2010, com a criação do Laranja Mecânica, um festival independente feito pelas bandas que estavam surgindo por aqui, foi que começamos a levar esse assunto um pouco mais a serio e foi dando certo. Quando percebemos o Esquadrão já existia.

*Com que propósito a banda foi formada?
Acho que como a maioria delas. Começamos simplesmente por tocar e fazer barulho, pra se divertir e se sentir parte de algo que sempre tivemos vontade. Acredito que um dos fatores mais importante pra banda ser formada é que grande parte das pessoas do nosso circulo social precisávamos de algo que nos fizesse se sentir e a idéia de uma banda era grande e tinha muito apoio por parte dos amigos, então, queríamos algo só da galera, algo que diferenciasse a gente dos demais grupos, que fizesse diferença nos encontros e nas festa, ser autentico.

*Como foi formar, "encorpar a banda"?
Tivemos um déficit de músicos para o começo da banda, pra banda chegar ao que é hoje foi preciso de tempo para conhecer algumas pessoas e preencher algumas lacunas essenciais. Começou com o Iago, Rani, Daniel, Yuri e o saudoso Chico. Nessa época não tínhamos nada definido, todo mundo tocava de tudo. Mas com o passar do tempo e também devido a mudanças para outros lugares e afins, Charles assumiu o posto de Guitarra Solo e Serginaldo surgiu na Bateria. Assim estamos até hoje.

*E os integrantes, como se conheceram?
Iago e Daniel já se conhecem desde os tempos de escola. Apesar das series diferentes, foi no Vitaliano que encontraram o Rani e o Serginaldo. O Charles já é uma historia a parte, precisamos de alguém que realmente soubesse tocar alguma coisa já há tempos e o Charles já tinha suas experiências com bandas de Death Metal e Satã Music na capital do estado. Quando ele veio pra Capitão Poço logo rolou o convite pra ele capinar o quintal da casa do Daniel e foi em um desses trabalhos que ele ouviu um ensaio nosso e pediu pra fazer seus solos macacados e resolvemos aceitar colocar ele na banda depois que terminasse o serviço.

*O som da banda sempre foi o mesmo?
Temos umas musicas bem diferentes umas da outras, mas temos sempre um padrão que seguimos já involuntariamente na produção de algumas delas. Todo ensaio sempre inovamos em alguma coisa, um som diferente, uma coisa aqui, outra acolá, mas na criação de algumas musicas sempre tentamos deixar o “Selo Cachorro” nelas.
Musicas Autorais *_______*
*Foi muito difícil a estrada até aqui da banda?
Ainda é difícil, mas sempre levamos do jeito que podemos. Temos vontade de ter o nome da banda reconhecida pelas cidades da região, já tocamos tanto em festivais independentes quanto culturais na nossa e nas cidades afora. Porém temos que pensar no futuro de nós mesmo, então agora estamos voltados mais ao estudo e por conta disso alguns integrantes moram em outras cidades, dificultando encontros e ensaios.

*E o nome da banda, como surgiu?
Certa vez vínhamos todos peregrinando pelas ruas de Capitão Poço sem nada a fazer quando alguém percebe que o Daniel usava uma camisa que possuía o semblante de um cachorro na cor amarela. Surgiu um comentário a esmo de alguém que não recordo agora no momento falando “Esquadrão Cachorro Amarelo, daria um nome bacana de banda.” Achamos horrível, até batemos no desafortunado jovem que disse tal coisa, mas com o passar do tempo acabamos por adotar esse nome e hoje nos chamamos assim.

*E como foi tocar pela primeira vez com a banda?
Foi algo sensacional. A banda surgiu junto com o Festival Laranja Mecânica, que na época tocamos do lado do Imagem Distorcida e Laranja Lo-Fi, veteranas na cidade. A sensação de ouvir as pessoas gritarem “Esquadrão, Esquadrão, Esquadrão” e pedirem mais músicas foi única. Apesar do nervosismo que tomava conta de todos nós, passamos o nosso som e a galera enlouqueceu, simplesmente incrível.

*Em algum momento, pensaram em acabar com o E.C.A.?
Apesar de todas as dificuldades, muito tempo sem ensaiar e às vezes falta de tempo mesmo, nunca pensamos em acabar com a banda. Ela sempre vai está lá pra nós e nós por Ela.

*E a melhor parte da banda, qual foi?
Foi o começo dela. Quando criamos os primeiros hits, improvisamos ensaios do nada, íamos ensaiar pensando na diversão. O começo se mostrou muito bom, se bem que ainda estamos no começo, então ainda vivemos o lado bom de se ter uma banda.

*Qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
Bem, não sabemos dizer qual delas foi a melhor porque é complicado falar assim, mas teve uma que fizemos na casa do Daniel que foi muito Rock n’ Roll, com direito do Daniel destruído algumas cadeiras durantes as apresentações, mosh no seco, pessoas pela casa inteira, gente dançando em cima das mesas, bem louco.

*Uma história bem bizarra da banda?
Quando fomos tocar no Canta Capitão Poço, um festival municipal de cultura que rolou no final de 2011. Na hora de passar o som no palco fizemos uma cagada que destruiu nossa confiança pra tocar para a cidade que estaria assistindo. Quando subimos no palco, tava todo mundo agoniado olhando um pro outro com cara de otário. A música, que era um pouco lenta comparada a nossa forma de tocar, foi passada com ar de pancadaria, a galera gritava lá embaixo o tempo todo. Foi a apresentação mais agoniada do E.C.A. Quando terminamos faltamos nos esmurrar, pois não acreditamos que conseguimos tocar nas condições que nos encontrávamos. Depois foi correr pra galera e relaxar.

*Quais as bandas que inspiram vocês?
Uma banda que marcou o começo do Cachorro foi sem duvida LUST, uma banda francesa de Metal que ninguém da banda sabe ao certo como foi que surgiu no nosso meio, mas influenciou bastante, tanto como o nome do nosso EP e da primeira faixa do mesmo é uma homenagem a banda por conta do álbum “We’ll Never Die” de 1988.

*Onde gostariam de tocar e com quem?
Creiamos que não há lugar melhor pra tocar do que a própria cidade com todos os amigos e as bandas que já existem e venham a surgir com certa influencia nossa. Isso iria ser fantástico.

*Onde podemos ouvir a E.C.A.?
Temos uma pagina no Facebook e também uma no Soundcloud com algumas faixas do EP disponível.  Basta procurar Esquadrão Cachorro Amarelo. Ou ouvir AQUI!!

*Podemos esperar mais songs?
Com certeza, já temos algumas musicas que se tornaram clássicas pra galera que acompanha a banda, só falta gravar. Mas sempre vamos ta por ai criando um som pra alegrar o povo onde a gente toque.

*Deixem um recado pra novas bandas ai!
Galera, se vocês quiserem ter sua própria banda, vão em frente. Coisas legais acontecem com quem tem uma banda e uma reca de amigos. Lembre-se que o cara que capina teu quintal pode ser o próximo Steve Vai da parada. Então bola pra frente e Rock n’ Roll cahorrada.
Apresentação da bando no evento: Laranja Mecânica 
E é isso minha gente, eu já amo, e espero que vocês tenham gostado. Vamos aguardar mais novidades da banda por aí OK. Bjs **

Bandas Regionais: SEVEN FOOT

26 de fev. de 2013

Fala Galera! Estou de volta trazendo pra vocês uma matéria super legal, hoje vou falar aqui sobre uma banda de Belem-Pará que está crescendo a cada dia na cena underground e se expandindo a cada segundo que passa!

A Banda de hoje se chama SEVEN FOOT (curtir a página Seven Foot no Facebook), banda de hardcore melódico que a cada dia que passa vem conquistando cada vez mais novas pessoas que curte a cena do Hard Core.
Da esquerda para a direita: Adriel Wanzeler, Iury Andrey, Rafael Lopes e Leandro Farias.
 Falando um pouco da banda: ´O Seven Foot é uma banda de hardcore melódico e punk Rock de Belém-Pa, formada em meados de 2006,e atualmente, conta com Iury Andrey na guitarra e vocais, Leandro Farias, na guitarra, Adriel Wanzeler, no baixo e backing vocal e Rafael Lopes, na bateria. Com influências de bandas de hardcore melódico e punk rock, nacionais e internacionais, o Seven Foot conta com composições próprias, dentre elas se destacam 5 que resultaram na demo virtual intitulada We Will Never Stop!
Com o intuito promover o Hardcore Paraense e somar na ajuda do crescimento da cena local. As composições abordam temas tanto sociais, quanto pessoais. A banda já conta com diversas apresentações pela cidade e seu primeiro EP está em fase de produção.

O Seven Foot já abriu show de várias bandas em destaque na cena do hardcore como Sugar Kane e Plastic Fire. Inclusive eu tive a maior sorte de ver de perto a banda se apresentar ^^.


Caso esteja curioso e queira ouvir a banda entra nesse site aí que tem matérial da banda >> TRAMA VIRTUAL SEVEN FOOT.
WebSite da banda> MYSPACE


        A banda ja se apresentou no Audição CCAA Fest confira também >> SEVEN FOOT CCAA FEST
  



Felipe baterista do Plastic Fire com a casmisa da Seven Foot xD
Rafa (batera da Seven Foot), Capilé(com a camisa da Seven Foot) e o Adriel (Baixista da Seven Foot).
Minha Amada Paola Natasha fez uma entrevista com o vocalista e guitarrista Iury Andrey, Confira:

*Integrantes da Banda:
Iury Andrey (Guitarra – Vocal), Leandro Farias (Guitarra - B.Vocal) , Adriel Wanzeler (Baixo – B. Vocal) Rafael Lopes (Bateria).

*Quando a banda foi formada?
Em 2006.

*Com que propósito a banda foi formada?
A gente já tinha formado outras bandas antes, que acabaram por motivos pessoais mesmo. A proposta da banda sempre foi tocar Hardcore Melódico com letras de cunho pessoal e social. Passar uma boa mensagem pra galera.

*Como foi formar?
Vixe! A banda já teve algumas formações. Sempre é dificil achar um grupo de pessoas na mesma vibe pra fazer algo acontecer. Sempre alguns querem mais por pra rolar do que outros. As vezes rola uma divergência musical tambem. Tipo, um quer tocar uma coisa e outro quer continuar com o mesmo estilo, saca? Mas estamos com essa formação atual já faz um bom tempo, todo mundo na mesma vibe e fazendo as correrias!

*E os integrantes, como se conheceram?
Nos conhecemos da cena mesmo! Conheço o Leandro já faz tempo, tocamos em outras bandas juntos. O Rafael também tocava em outras bandas da cena aqui, e o Adriel também. Conheci ele quando uma banda minha que não durou muito, estava gravando uma demo num estudio. A banda dele ensaiou antes da gente entrar pra gravar. Daí ele pediu pra sacar a gravação e ficou. Foi assim!

*O som da banda sempre foi o mesmo?
Sim, sempre foi o mesmo. A única mudança que rolou foi que na segunda vez que gravamos, nós optamos por gravar algumas musicas em inglês. Apenas isso!

*Sério? e por que a mudança?
A gente queria experimentar a sonoridade das musicas em inglês, e testar a aceitação da galera com isso também. O resultado foi satisfatório pra nós.

*Foi muito difícil a estrada até aqui da banda?
Pows, foi meio foda sim. Tipo, pela questão das inúmeras formações, gravações que não gostamos do resultado, shows que furaram e essas coisas que acontecem com todas as bandas! Mas muito do atraso para as coisas acontecerem foi culpa nossa também. Demoramos pra assumir uma postura mais profissional dentro da banda. Mas graças à Deus, tudo está indo muito bem ultimamente, e estamos bem estruturados agora!

*E o nome da banda, como surgiu?
Tirei de um filme de terror/suspense antigo, chamado “Seven Footprints to Hell”. Tirei o prints da palavra Footprints (Que significa PEGADAS) e o resto, e deixei apenas o Seven Foot. Gostei da sonoridade!

*E como foi tocar pela primeira vez com a banda?
Foi muito louco! Foi num festival chamado TWO BIG DAYS FEST! Foram 2 dias de shows com 10 bandas em cada dia! Num sabado e num domingo!

*Em algum momento, pensaram em acabar com a Seven Foot?
Sim. Muitas vezes. Antes de voltarmos com a banda de verdade, pois eu estava morando em Bragança e a banda tinha praticamente acabado, nós nos reunimos e discutimos tudo, como seria, e o que não poderia mais rolar. Se fosse pra voltarmos, seria pra ser mais serio que das outras vezes. E assim foi!

*E a melhor parte da banda, qual foi?
A melhor parte em se estar em uma banda, é estar com os amigos! Antes de sermos uma banda, somos amigos e um conta com o outro sempre. E lógico, é sempre bom revermos pessoas conhecidas de outros shows, nos shows que fazemos! E a galera conhecer, nem que seja o refrão de algumas musicas, faz tudo valer à pena pra nós!

*Qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
Olha, fica divido entre a abertura do Show do Sugar Kane (PR), e o show com o Plastic Fire (RJ).Por motivos óbvios! Tocar com quem se admira é muito gratificante! Fora a receptividade e humildade que percebemos nos caras! O Capilé (Vocal e guitarra Sugar Kane) fez o show com a nossa blusa! Foi surreal! O Felipe (Batéra -Plasti Fire) também! Foi louco!

*Uma história bem bizarra da banda?
Uma vez, a gente estava numa troca de baterista, e fomos ensaiar pela primeira vez, com um novo batéra. Antes de passarmos o som com o cara, ele foi lá pra frente do estudio fumar um cigarro antes de tocar. Nessa hora, passam dois caras, abordam ele e levam uma grana, celular e as chaves do carro. Resultado: Nem passamos som nem nada com o cara! oO

*Quais as bandas que inspiram vocês?
Rapaz, muitas. Nofx, No Use For a Name, Reffer, Dead Fish, Sugar Kane, Street Bulldogs e por aí vai!

*Onde gostariam de tocar?
Hangar 110. Quem sabe um dia!

*Com quem?
Qualquer uma das bandas citadas acima! hehehehe

*Onde podemos ouvir a Seven Foot?
Estramos no trama virtual e tem algumas coisa no youtube, inclusive com links pra baixar!

*Podemos esperar mais songs?
Lógico! Nosso primeiro EP com uma qualidade mais profissa está saindo agora! Tudo em fase de finalização! Serão 3 musicas novas agora e mais 2 até junho, creio eu, que se transformarão num EP de 5 musicas. Mas as 3 iniciais já estão praticamente prontas!

*Deixem um recado pra novas bandas ai!
Divirtam-se com a banda mas com responsabilidade nos compromissos da mesma! Se quiserem chegar à algum lugar, levem à serio! Pensem grande e tratem a banda com responsabilidade! Não se prendam à coisas negativas que acontecem! Corram atrás e principalmente: UNIÃO! TODOS em uma banda, devem correr atrás, pra juntos, colher os frutos do esforço! Valeu a oportuindade de falarmos sobre a banda aqui pro seu publico do blog!

E essa foi a entrevista ^^ espero que voces tenham curtido aí!
AH! Ia esquecendo, para contratar a banda tem esse contato aqui> abunairecords@yahoo.com.br
 
VLW GALERA! VLW PESSOAL DO SEVENFOOT!

Bandas Regionais: DISACASO

19 de fev. de 2013

"Olá, essa é mais uma novidade aqui do Blog. Trazer e mostrar aqui a vocês, bandas locais(da minha cidade) e de lugares próximos. Vamos mostrar o que temos de melhor, e mais diversificado para vocês, vamos mostrar que também intendemos da coisa, e que por aqui ñ tem só papa farofa ¬¬"

A banda de hoje é a Disacaso(é só dar uma curtida la na pagina da banda blz), banda do nosso contribuinte Rick, e meu namorido também. Mais não é só por isso que trago eles até aqui não. Digo isso por que eles formam uma banda incrível, e um som nada convencional. Banda de som METAL CORE, com musicas próprias produzidas com suas próprias mãos, em um ambiente onde a procura do publico é totalmente diferente, mostram que quando se gosta de uma coisa, e se quer, é só correr muito atras, que se consegue. Então vamos a uma pequena entrevista. Segue...

*Integrantes da banda?
Paulo Filho - Vocal
Saulo Leite - Vocal e Guitarra
Douglas Oliveira - Guitarra 
Rick Hc - Baixo
Keven Diplaza - Bateria
*Quando a banda foi formada?
Rick: Foi na casa do Douglas em 2010 no período das férias. .
*Com que propósito a banda foi formada?
Primeiramente foi por diversão, queríamos também fazer diferente na nossa cidade, mostrar um som que
não era tão comum aqui. Depois foi mostrar o nosso trabalho.
*Como foi formar, "encorpar a banda"?
No inicio eramos uma banda só de 3 mesmo. O Douglas tocava Guitarra, o keven bateria e eu tocava baixo, como eramos uma banda de 3 eu assumir os vocais por já ter um pouco de experiencia em tocar e cantar. O Saulo foi convidado depois pra assumir a guitarra e o vocal, nesse período houve a mudança de estilo de som da banda depois o Paulo Filho assumiu o Vocal finalizando a formação.
*E os integrantes, como se conheceram?
O Keven e Douglas eramos amigos desde a infância,  Exceto o Saulo e o Paulo Filho, que são os novos integrantes da banda mas eu já conhecia os dois novos integrantes.
*O som da banda sempre foi o mesmo?
Não. Nos tocávamos PunkRadicore na época do inicio da banda
*Sério, e por que a mudança?
Decidimos isso na entrada do integrante Saulo que tocava guitarra e cantava também, daí sugeriram acrescentar um peso no som, acrescentando o metal. Eu particularmente ñ aceitei tão bem a ideia  mas fizemos uma votação e foi decido o metal core.
*Foi muito difícil a estrada até aqui da banda?
Foi, inúmeras dificuldades, pra uma banda de rock em uma cidade pequena, nada é fácil. Até por que a cena underground aqui é pequena, mas sempre derrubamos essas barreiras, a vontade de tocar sempre foi maior.
*E o nome da banda, como surgiu?
Foi o Keven(baterista) quem deu a idéia, achamos muito boa e foi bem aceita.
*E como foi tocar pela primeira vez com a banda?
Foi uma experiencia muito boa, o estilo de musica que tocávamos era novo na nossa cidade, foi uma experiencia bem foda, eu particularmente realizei um sonho.
*Em algum momento, pensaram em acabar com a Disacaso?
Sim, pensamos em terminar com a banda por vários motivos, ficamos um bom tempo sem ensaio, não é sempre que acontece um evento pra tocar, isso desmotiva bestante.
*E a melhor parte da banda, qual foi?
Foi tocar na praça das bandeiras e ver a galera cantando nossas músicas, nossa, isso pra mim foi uma das melhores partes.
*Qual a melhor apresentação da banda pra vocês?
Olha, pra mim foi na praça das bandeiras onde tocamos com várias outras bandas.
*Uma história bem bizarra da banda?
HAHAHAH é até engraçado essa aqui, fomos convidado pra darmos uma entrevista para um programa de Tv aqui da nossa região, uma amiga da banda ligou pra mim convidando e tal mas o fato curioso nisso é que eu não tinha o numero dela e ela tinha a voz muito parecida com uma outra amiga da banda. Cara, o fato tenso nessa história é que, as duas minas tem o mesmo nome e as vozes se parecem muito pelo telefone, sendo que uma mora na nossa cidade e a outra mora em outra cidade Enfim, ela convidou e marcou em um lugar aqui conhecido como adega deu todos os detalhes possíveis mas eu imaginava que fosse em outra cidade, liguei para a mina que morava na outra cidade e perguntei se tava confirmado mesmo e ela ''confirmou'' sem saber o que era!! ASHAHA e tipo confundiu mais a cabeça da galera ae pegamos um carro para levar nosso instrumentos e partimos chegando na cidade a ficha caiu, o local da gravação da entrevista era em nossa cidade HAHAHAH pagamos um micão e gastamos dinheiro q nem tinhamos. Vergonha da banda isso. HAHAHAHAHAH
*Quais as bandas que inspiram vocês?
Existem várias bandas mas vou citar algumas que sei que inspiram a mim e o pessoal da banda, algumas delas  são: Gloria, Bullet For My Valentine, Killswitch Engage, All Still Burns (daqui do Pará), Project46 e John Wayne. existem outras também, mas creio que essas sejam as principais.
*Onde gostariam de tocar?
No hangar 110, Scorpions Rock Bar entre outros lugares
*Com quem?
Nossa, várias bandas que escutamos sempre e curtimos, como Project46, Gloria, Comeback kids, John Wayne seria muito foda!
*Onde podemos ouvir a Disacaso?
nesse site aqui tem 2 de nossas músicas gravada pelo nosso guitarrista Saulo
soundcloud - Disacaso
No Youtube também de uma de nossas músicas filmada
*Podemos esperar mais songs?

Com certeza, esse ano promete!
*Deixem um recado pra novas bandas ai!
''sempre acreditem em vocês'' pois a estrada e longa, nunca desistam.
Então é isso pessoal, logo mais estaremos com outras bandas, ah apresentar pra vocês.
Tem banda de amigos por ai??

Robert Johnson

16 de dez. de 2012

                                                  O Rei do Delta Blues e o seu Pacto.

Seria um rosto demôniaco acima do braço do violão de Johnson?


BOA NOITE GALERA! Tipo, eu vi a história de Robert Johnson, um dos maiores músico do genero Delta Blues que me facinou muito, além de ser muito interessante envolve muitos mistérios, confere aí!

Robert Leroy Johnson (8 de maio, 1911 – 16 de agosto, 1938) é um dos músicos mais influentes do Mississippi Delta Blues e é uma importante referência para a padronização do consagrado formato de doze compassos para o blues.
Tanto é que influenciou músicos como Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, The Rolling Stones, Johnny Winter, Jeff Beck, e Eric Clapton, que considerava Johnson "o mais importante cantor de blues que já viveu".

Trabalhou no campo até os 16 anos, quando resolveu largar sua pacata vida de lavrador para tocar gaita e violão. Desde então não parou de viajar, tocando em todos os lugares em que pudesse, principalmente na rua. Com vinte anos, Johnson descobriu como fazer sua guitarra chorar usando o gargalo de uma garrafa quebrada, deslizando-a pelas cordas.

O violão de Robert era um Kokomo, marca simples e muito barata. De qualidade precária, não se sabe até hoje como ele conseguiu extrair das gravações uma sonoridade robusta e, ao mesmo tempo fina, com a caixa pequena e estreita do instrumento.

Foi considerado o 5º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Sua carreira profissional durou apenas dois anos (1936 a 1938) apenas tocando em prostíbulos e bares de baixa popularidade. Gravou apenas 29 músicas e não conseguiu nenhum reconhecimento comercial em vida. Porém, ganhou de seus companheiros músicos o título de "The King of the Delta Blues Singers".

Mas além de ser um excelente músico, o que realmente chamou mais a atenção foi o fato de ter surgido uma história que Robert vendeu a alma para o Diabo em troca de revolucionar o Blues.

Dizem que ele ficou à espera na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em uma noite de lua nova com seu violão na mão. Exatamente à meia-noite, o Diabo apareceu, em forma de homem, tomou o instrumento das mãos de Robert, afinou em um tom baixo e devolveu.
Ainda mais no sul dos Estados Unidos, cujo povo é muito supersticioso no início do século, os mitos demoníacos eram comuns e até faziam parte da tradição do blues.


  E a lenda se espalhou ainda mais, pois Robert cantava músicas com os títulos de "Me and the Devil Blues" (O Blues meu e do diabo), "Hellhound on my Trail" (cães do inferno no meu rastro) e "Crossroad Blues" (blues da encruzilhada).
Essa história foi difundida ainda mais por Son House, influente cantor e guitarrista de Blues.

Robert tinha o hábito de tocar de costas para o público durante suas apresentações. As pessoas diziam que ele fazia isso para esconder o olhar do Diabo que surgia para auxiliá-lo. Em outra versão dizem que ele tocava de costas para esconder os acordes que ele inventava e não querendo que alguém o copiasse ou até mesmo se ele tocasse virado para o público de frente, o pacto que ele supostamente teria feito seria desfeito e Robert morreria.

Um relato de um velhinho foi muito apavorante. Alguns anos atrás, no Mississipi, perguntaram se esse senhor já havia visto Robert Johnson. O relato do velhinho foi o seguinte:

"Naquela época, duas coisas eram sagradas por aqui: assistir os músicos de Blues no sábado à noite e ir para a igreja no domingo pela manhã.
Uma dessas noites de sábado se apresentou um desconhecido... era Robert Johnson. Ele se sentou na cadeira, e todos acharam estranho, pois ele se sentou de costas para o público, e começou a tocar. A princípio, não ligaram muito para ele, mas em questão de minutos todos pareciam estar hipnotizados com sua música.
Eu apenas conto isso pois eu estava lá... quando todos perceberam, Robert Johnson já estava indo embora, abrindo a porta... e já era de manhã.
Naquele domingo, ninguém foi à igreja..."
 


Em 1938 Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo marido ciumento de uma de suas amantes. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte. Outra lenda diz que ele morreu de quatro uivando no corredor do hotel que ele estava.
Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi com seu violão e uma garrafa de whisky adulterado, quando um bend escandaloso de uma gaita cromada, era o diabo. Tomou seu violão e afinou um tom abaixo, devolveu para Johnson e tocou como toca nas gravações... fez isso em troca da proeza para tocar guitarra.
Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads, no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural e na faixa bônus da pág. 101 do livro Encruzilhada (Literata, 2011), do autor brasileiro Ademir Pascale. O mito ainda explica detalhes sobre ele ter saído desesperadamente do bar Tree Forks, sendo perseguido por cães pretos e foi encontrado com marcas de mordidas profundas, cortes em forma de cruz no rosto e seu violão intacto ao lado do corpo ensanguentado.Robert morreu de olhos abertos e uma expressão tranquila no rosto.

Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.
Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues (há rumores de que foi Charley Patton a primeira estrela do delta blues), que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular.

Recomendo vocês a conhecerem! muito foda msm! Quem quiser da uma conferida baixa ae Robert Johnson - Sweet Home Chicago

Até a próxima!






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